Panasonic
Lumix DMC-LX3 US$ 560
www.panasonic.com
Parece que a Panasonic está se voltando para seus dias de glória nas décadas de 1940 e1950 em busca de inspiração. Basta sentir a LX3 em sua capa opcional de couro e quase dá para imaginar Robert Doisneau tirando fotos com ela nas ruas de Paris.
A escolha de uma lente com zoom de apenas 2,5X também lembra os dias em que os fotojornalistas usavam apenas uma Leica de 35mm e um olhar atento. Começa com um ângulo equivalente a 24mm, e o zoom muito limitado significa que ela mantém uma abertura de diafragma máxima super-rápida de f2.0-f2.8 em todo o alcance do zoom, por isso é menos provável que você precise do flash.
Mas não há como escapar do fato que uma lente só um pouco mais longa teria deixado esta Panasonic muito mais versátil, principalmente para retratos íntimos.
E, no quesito de qualidade de imagem, ela também desaponta. As fotos têm cores precisas e detalhes razoáveis, mas não se comparam às da Canon e da Nikon, e dá para notar com facilidade o purple fringing ("franjas roxas"). Por outro lado, a operação é bem rápida - você não vai precisar ficar esperando, como ocorre com a Sigma e a Ricoh, mas os controles são de uma complicação de dar pesadelos, com botões e interruptores por toda parte. Refletindo bem, fica difícil justificar o seu preço salgado.
Stuff diz
Cara e complicada demais, a pequena e estilosa LX3 é um caso de "poderia ser melhor"
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Estilo e substância
O corpo de metal da LX3 copia o estilo de uma câmera rangefinder de antigamente. Mas é irritante o modo como a Panasonic persiste em colocar o encaixe do tripé tão para o canto.
Opções de escolha
Há um visor opcional para a LX3 que, como na Sigma, se encaixa na sapata. Outra opção é uma capa "semprepronta" de couro retrô que é bem legal. Não tão legal é a falta de uma tampa embutida de lente - um saco.
Fã dos botões
Tem comandos desnecessários em excesso. Não contentes com um botão para a razão de aspecto na parte de cima da lente, eles colocaram outro botão no lado para configurações de macro. Coloca tudo isso no menu e fim de história.
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A parte de trás
Que bela nitidez A Panasonic é boa com as telas. Esta LCD de 3'' é clara, cristalina e nítida, quase compensando a falta de um visor embutido. É uma pena que seja cercada por tantos botões.
Que botãozinho
Para que o botãozinho giratório minúsculo além do D-pad? Claro, as SLRs de alta qualidade da Canon vêm com um similar, mas com um bilhão de funções diferentes.
Nikon
Coolpix P6000 R$ 3 499
www.nikon.com
Dá para notar que a Nikon prestou atenção nas críticas à irmã menor da P6000, a P5100, e resolveu os problemas nessa versão maior.
Destacando-se entre as melhorias, há a capacidade de tirar fotos em RAW, o que dá aos amantes de fotografias um escopo mais amplo na edição, graças aos detalhes de imagens adicionais que são retidos até que você decida fazer a compressão para JPG. A qualidade de imagem em JPG, a partir de 13.5MP, ainda é excelente - as cores são fortes, o ruído (granulação) é mínimo abaixo de ISO 800 e aceitável acima disso. Somente um pequeno excesso de nitidez a deixa atrás da Canon em matéria de fotos.
Menos convencional é a adição de uma antena GPS, que permite marcar as fotos com a localização geográfica (geo tagging) de onde elas foram tiradas. A maioria vai achar isso um recurso sem função prática, mas que é divertido, isso lá é, convenhamos.
A configuração de controle da P6000 infelizmente não é intuitiva como a da Canon, mas está anos-luz à frente da confusa Panasonic. Onde ela ganha com facilidade da G10 é no tamanho. Pode não parecer muito quando colocadas lado a lado, mas a Nikon se ajusta com facilidade à maioria dos bolsos, e isso pode ser o bastante para que ela seja a escolhida.
Stuff diz Cheia de recursos, mas genuinamente compacta e capaz de tirar fotos incríveis
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Segura firme
A principal mudança visual em relação à P5100 é o apoio para mão relativamente grande, que é muito bem-vindo, apesar de fazer a P6000 ser a mais gordinha entre as câmeras compactas.
A mesma vista
O visor óptico da Nikon é, por mais estranho que pareça, idêntico ao da Canon. É pequeno, mas é melhor que ficar adivinhando com visibilidade zero.
Olha o cabo
Esta é a primeira câmera do mundo com conexão Ethernet embutida. Ligue ao seu roteador e poderá fazer o upload para o MyPicturetown, o serviço online de imagens da Nikon. |
A parte de trás
Parem as máquinas!
Embora a Nikon tenha avançado no aspecto ergométrico, o layout dos controles continua bem compacto, por isso é preciso pressionar vários botões para funções importantes.
Pegando o atalho
Há um atalho para esses controles criativos, como o balanço de branco e o ISO - um botão que você pressiona enquanto move o dial para o lado. Tudo meio confuso.
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