A câmera de 5MP com autofoco e flash dual LED dá conta do recado. O leque de recursos inclui estabilização de imagem, geotagging, detecção de rosto e de sorriso. A interface é otimizada para toque e não tem segredos. As fotos têm bom contraste, cores precisas e detalhes - tudo isso com baixo ruído (granulação). Bom trabalho, Samsung!
Com design discreto, o Jét traz poucos botões na parte frontal - apenas o de ligar/desligar, atender ligações e menu. Em formato de cubo, ele dá acesso ao menu e, se pressionado por mais tempo, abre um utilíssimo gerenciador de tarefas, que permite encerrar aplicativos que estão rodando à toa. A tecla de atender também aciona o gerenciador de chamadas
A tela touch AMOLED de 3,1", 16 milhões de cores e resolução de 480x800 é um show. Com tecnologia capacitiva, tem respostas ágeis e precisas na maioria das vezes. Também dá para comandá-lo com gestos (tem até um tutorial), mas é bem chato. Genial: se você afastá-lo do rosto numa chamada, liga o viva-voz.
A interface do Jét é basicamente igual a de smartphones como o Omnia. A diferença é que ele tem três telas iniciais, trocadas passando o dedo na horizontal pelo visor. Em cada uma, pode-se colocar widgets, atalhos para os principais aplicativos. Funciona bem e ajuda a organizar sua vida móvel. Importante: o Jét não é um smartphone, e sim um celular cheio de recursos
Assim como no LG Arena, o Jét tem um menu 3D, (acionado por um toque na tecla da lateral dir.). que oferece uma modo mais divertido de acessar itens como fotos, contatos e músicas. Um toque sobre um dos lados do cubo abre aquele menu em formato"cover flow". É bem 'muderno'...